Nos ultimos 10 anos tem surgido diferentes iniciativas independentes com o objetivo movimentar a cultura do Carnaval de rua na cidade de Lisboa. São eles grupos, bandas e blocos de carnaval formados, na sua maioria por migrantes brasileiros, que impulsionados pela vontade de celebração da sua cultura e pela oportunidade, devido ao crescimento acelerado da comunidade brasileira na cidade, que representa hoje mais de 20% da população residente em Lisboa. Esses grupos promovem diferentes atividades ao longo do ano, como oficinas, eventos, ações sociais e no carnaval trazem para a rua ou para espaços privados a genuina celebração de carnaval de diferentes estilos musicais.

Conheçam as entidades que formam o carnaval de Lisboa.

Bué Tolo

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nevesnado@gmail.com

+351 910 44 10 37

O Bué Tolo é um bloco de carnaval que foi criado em fevereiro de 2018 por brasileiros que residem em Lisboa com o intuito de trazer o contagiante carnaval de rua carioca para a cidade de Lisboa.

Desse sentimento, surgiu um grupo formado por músicos, entusiastas e foliões saudosos que começou a fazer ensaios regulares para tornar isso tudo uma realidade. Hoje, somos uma banda que toca todo tipo de música, brasileira e internacional. Bué…Bué…Bué…Tolo!

Hoje, para além de um bloco, somos uma banda que toca todo tipo de música, brasileira e internacional, que se apresenta o ano todo em eventos corporativos, festas particulares, casamentos e mais.

Para se adequar melhor ao evento proposto pelo cliente, a banda conta com 3 tipos de formatos: um menor, entre 7 a 8 pessoas, um formato médio de 13 a 16 integrantes e o formato maior, com cerca de 25 integrantes.

Em Junho de 2022, o Bué foi convidado a se apresentar no Festival Rock in Rio Lisboa, que aconteceu no Parque da Bela Vista. Fizemos um cortejo que antecipou a abertura do palco Mundo do evento. Foi incrível!

E em Agosto do mesmo ano, nos apresentamos no palco do Festival Mar me Quer, em Portimão, no Algarve. Tocamos no ultimo dia do Festival e que energia boa!

Bué…Bué…Bué…Tolo!

Batucaboa

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contatofabioallman@gmail.com

+351 917 73 71 02

Fabio Allman é um versátil e talentoso cantor que teve sua origem musical no rock e no blues, mas que consolidou sua importância na música brasileira no final dos anos 90, quando foi peça fundamental no resgate do carnaval de rua da cidade do Rio de Janeiro.
Como um dos personagens mais atuantes desse movimento e sendo a voz do grupo Monobloco por 16 anos, conquistou com sua energia e carisma fãs por todo o Brasil e internacionalmente.

Participou de vários festivais importantes em sua carreira, entre eles o RIR 2001, como convidado da amiga Cassia Eller, e o RIR 2015 em homenagem póstuma a cantora, cujo álbum “Todo Veneno Vivo” (Universal Music) lançado em 2019, contêm a faixa “Faça o que quiser fazer” na qual Fabão é autor além de dividir os vocais com Cassia.
Na Europa esteve em festivais como Glastonburry (2011), Womad (2008 e 2016) e em 2019 foi headliner no Freedom Festival em Hull na Inglaterra e no Internationales Samba Festival em Coburg na Alemanha, onde já havia se apresentado em 2015.

Em paralelo à sua carreira como cantor Fabão desenvolve também um trabalho como educador, fazendo projetos em parceria com escolas e ministrando work-shops de percussão e canto nos festivais por onde passa. Em Portugal montou o workshop de percussão brasileira BatucaBoa, onde ensina semanalmente os ritmos e levadas das Escolas de Samba e dos blocos do Carnaval de Rua do Rio de Janeiro em Lisboa.
Em 2022 estreitou os laços com a Banda Berimbau da Itália com quem já tinha uma parceria e além do Carnaval em Lisboa, participaram no verão de festivais como Latin Life UK em Londres, Samba In Hartberg na Austria entre outros.

Lisbloco

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info@lisbloco.pt

+351 963 54 90 96

O Lisbloco é um bloco carnavalesco formado por músicos e dançarinos residentes em Lisboa que adota uma temática sustentável de conscientização e educação cultural e ambiental.

O projeto nasceu da vontade de se fazer um carnaval autêntico aos moldes brasileiros na cidade de Lisboa. A sua sonoridade abrange diferentes ritmos como Samba, Marchinhas, Samba-reggae, Xote, Frevo, entre outros. Sempre voltado para a animação e criação de um ambiente alegre e descontraído, o repertório selecionado traz clássicos do carnaval brasileiro, além de releitura de temas de grandes nomes da Música Popular Brasileira.

Além de shows, apresentações e o desfile oficial no carnaval, o Lisbloco promove oficinas, eventos entre outras atividades para interagir com a sua comunidade e dar continuidade  ao projeto inicial de informação, educação e conscientização através das ferramentas que o universo do carnaval pode oferecer.

Sardinha Imperial

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sardinhaimperial@gmail.com

+351 911 74 37 39

Bloco de percussão voltado não apenas ao funk, mas ao xote, samba, axé, fado e pimba. O nome do bloco abre espaço para diversos ritmos musicais!!

Somos um grupo multicultural e nosso maior objetivo é levar alegria por onde passarmos. O bloco nasceu em Junho de 2018 e tem como uma de suas premissas a integração entre Brasil e Portugal. Já participamos de dois carnavais em Lisboa e esperamos colocar o bloco na rua muitas outras vezes!

QUI NEM JILÓ

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baiaoespaco@gmail.com

+351 926 84 55 77

O Bloco “Qui Nem Jiló” nasce da vontade de festejar o Carnaval ao som dos ritmos nordestinos em especial do Forró, carro chefe de trabalho do Espaço Baião associação responsável por esta iniciativa. Num desfile repleto de cor, alegria e elementos alusivos à cultura popular o bloco visa celebrar em Lisboa a obra de Luiz Gonzaga e de tantos outros nomes da música oriunda do nordeste brasileiro.

“SAUDADE MEU REMÉDIO É CANTAR”

Colombina Clandestina

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geral@colombinaclandestina.com

+351 910 44 10 37

Colombina Clandestina é um coletivo artivista independente baseado em Lisboa. Atuamos na criação do Carnaval contemporâneo e sua expressão popular e libertária.

Nossos projetos ganham vida no espaço público e buscam novas narrativas artísticas a partir da música, dança, circo e visual media..

Desde 2017, criamos  performances de alto impacto social, local e em massa, por meio da união da expressão popular e libertária do Carnaval com o ativismo. Nossos projetos conectam pessoas em torno de um sentir: a alegria!

É por meio da alegria que damos protagonismo às minorias e subvertemos a normalidade que as invisibiliza e exclui.

A Colombina Clandestina nasceu em 2017. Em seus primeiros 5 anos de existência o Coletivo alcançou resultados extraordinários com mais de 17.000 “público-participantes” e mais de 100 aprendizes musicais. Os uma posição de destaque no setor da arte de rua de Lisboa ao organizar o atual maior carnaval de rua da Cidade.

A nossa missão é gerar consciência sobre o poder da liberdade individual e da alegria enquanto motores de mudança social. De forma a inspirar um futuro melhor e partilhado que faça a diferença para a vida do indivíduo e da comunidade.

A Colombina Clandestina possui 3 “Princípios de Mudança”, alinhados aos objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

Igualdade de Gênero, diminuir a desigualdade e cidades e comunidades sustentáveis.

Carvalho em Pé

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nevesnado@gmail.com

+351 910 44 10 37

Somos o 1º Bloco de Carnaval de rua de Cascais!

A paixão pelo carnaval fez com que o actor Alexandre Liuzzi e o músico André Papadopoulos, talentos da cena artística e musical, se unissem para aquecer o inverno português com muita alegria e folia!

O Bloco Sardinha Imperial, tem como objetivo resgatar a alegria dos antigos carnavais de rua, através da valorização de marchinhas, sambas antigos e brincadeiras, trazendo boas recordações e espalhando alegria.

Nossa Vila de Cascais é linda e assim deve permanecer, o Sardinha Imperial conta com a colaboração de toda gente.

Lugar de lixo é no lixo
Se beber não dirija
Respeito ao próximo
A receita certa para uma diversão garantida.

O Bloco prima muito por seu público e seu ambiente é totalmente familiar, contando sempre com a participação do público infantil.

Baque Mulher

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baquemulherlisboa@gmail.com

+351 914 37 26 34

O Baque Mulher é um Movimento Feminista que nasceu na Comunidade do Bode em Recife – Pernambuco/BR, a partir da necessidade de escuta e acolhimento de mulheres e meninas periféricas.

Idealizado pela Mestra Joana Cavalcante, o movimento ganhou força e cresceu, vem se expandido por várias cidades do Brasil e também no exterior, ganhando importância e reconhecimento. Juntas, tocamos o Maracatu de Baque Virado e através do nosso canto, da nossa dança e do batucar, damos voz às pautas em favor do feminino, da nossa autonomia e liberdade de ser e de existir, contra o patriarcado e toda forma
de opressão, racismo e violência contra todas as mulheres.

O Baque Mulher Lisboa é um coletivo autónomo, plural e diverso. Somos meninas, mães e filhas, imigrantes, estudantes, trabalhadoras e batuqueiras. Juntas compomos um movimento em construção a partir do contexto da
imigração que preza pelo respeito e democracia interna, trocas/aprendizado mútuo de forma horizontal.

Sardinhas Nômades

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secalharefunk@gmail.com

+351 914 37 26 34

Somos as Sardinhas Nômades! Uma banda formada por músicos do mundo inteiro que curtem fazer música boa e nadar pelos mares de Lisboa.

Somos uma banda de fanfarra de carnaval inspirada nas fanfarras de carnaval do Rio de Janeiro. Tocamos hits nacionais e internacionais. Do Pop ao Samba. Fazemos apresentações e ensaios abertos mas o que gostamos mesmo é de fazer um cortejo. 

A banda surgiu no Carnaval de 2020 quando fez o primeiro cortejo por Lisboa e de lá para cá vem se apresentando em eventos públicos e privados sempre trazendo muita música e diversão para quem nos acompanha.

Nice Groove Batucada

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nicegroove.batucada@gmail.com

+351 914 37 26 34

Nice Groove Batucada é um projeto de Música na Comunidade que une pessoas das mais variadas faixas etárias, nacionalidades e proveniências sociais e culturais.

A nossa batucada é composta por instrumentos de bateria de samba e inspiramo-nos em ritmos, danças e canções lusófonas que sejam um reflexo da cultura suburbana da região da Grande Lisboa. No nosso repertório já temos representados Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique, Portugal e a Guiné Bissau e esperamos conseguir chegar aos restantes lugares do mundo que adotaram a nossa língua comum.

Todas as quartas-feiras, o projeto oferece uma oficina aberta de formação e partilha rítmica liderada por um maestro. Por vezes temos músicos convidados que nos dão formação sobre a cultura da qual são especialistas. Construímos ritmos simples para facilitar a inclusão de ritmistas que nunca tenham tido qualquer experiência musical. Para dar sentido ao trabalho realizado nos ensaios, organizamos apresentações públicas a que chamamos ATAKES.

ATAKES de BATUCADA cheios de energia e boas vibrações, envolvendo o público e mostrando que a música pode ser tocada por todos e por cada um. A nossa proposta artística é uma viagem pelos países da Lusofonia

Baque do Tejo

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maracatubaquedotejo@gmail.com

+351 963549096

O Baque Tejo é um projeto sem fins lucrativos, tendo como suporte apenas os seus integrantes e membros com o objetivo em comum de aprender, apreciar e expandir esse movimento cultural que é sobretudo uma forma de inclusão social.


Nascido em Lisboa em 2015, o grupo faz um estudo intensivo do Maracatu Nação de Pernambuco. Tal expressão cultural Afro-Brasileira tem origem nas coroações de Reis do Congo que aconteciam nas igrejas de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, em momentos de confraternização e de convivência social, cultural, musical, no dia da eleição da diretoria das irmandades de Nossa Senhora do Rosário. Embasado nas coroações da corte portuguesa, fazia-se um cortejo pelas ruas da cidade, originando o reisado que desfila no carnaval.

Se Calhar é Funk

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secalharefunk@gmail.com

+351 914 37 26 34

Bloco de percussão voltado não apenas ao funk, mas ao xote, samba, axé, fado e pimba. O nome do bloco abre espaço para diversos ritmos musicais!!

Somos um grupo multicultural e nosso maior objetivo é levar alegria por onde passarmos. O bloco nasceu em Junho de 2018 e tem como uma de suas premissas a integração entre Brasil e Portugal. Já participamos de dois carnavais em Lisboa e esperamos colocar o bloco na rua muitas outras vezes!